Category Archives: Citações

Citação em livro

Livro: PRODUÇÃO DE CONHECIMENTO E COMPREENSÃO
Produção de conhecimento e compreensão / [org.] Dimas A.
Künsch… [et al.]. 1. ed. – São Paulo: UNI, 2017.

Artigo: O jogo como proposta de diálogo entre os saberes
De Tadeu Rodrigues Iuama

Link: https://casperlibero.edu.br/wp-content/uploads/2017/11/ebook-livro2.pdf

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Citação em dissertação

“O MOVIMENTO HIP-HOP E OS DUELOS DE MCs EM BELO HORIZONTE
Conexões de saberes através da disputa rimática”. (2015)

De: JOSÉ HUMBERTO RODRIGUES

UNIVERSIDADE DO ESTADO DE MINAS GERAIS
FACULDADE DE EDUCAÇÃO – FAE
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM EDUCAÇÃO

Link: http://fae.uemg.br/dissertacoes/TD_0_012.pdf

Citação em monografia

“O RAP EM SALVADOR: A EDUCAÇÃO COMO ESTRATÉGIA DE
EMANCIPAÇÃO E TRANSFORMAÇÃO SOCIAL PARA A JUVENTUDE”. (2017)

De: LETÍCIA MATTOS MOTA
IE: MINISTÉRIO DA EDUCAÇÃO
UNIVERSIDADE DA INTEGRAÇÃO INTERNACIONAL DA LUSOFONIA AFRO-BRASILEIRA – UNILAB

Link: http://repositorio.unilab.edu.br:8080/jspui/bitstream/123456789/769/1/2017_proj_lmota.pdf

 

Citação em artigo

“O GRAFFITI: do Hip-hop aos paradoxos identitários”. (2018)

De: Sabrina Nascimento de Moraes e Paulo Roxo Barja.

Link: https://www.researchgate.net/publication/323943277_O_GRAFFITI_do_Hip-hop_aos_paradoxos_identitarios

Citação em dissertação

Desacordes de gênero em um movimento artístico-cultural: os lugares das mulheres no hip hop de Campina Grande-PB. (2016)

De MÉRCIA FERREIRA DE LIMA

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE

Link: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/bitstream/riufcg/127/1/DISSERTA%C3%87%C3%83O%20MERCIA.pdf

Citação em dissertação de mestrado

Citação em dissertação de mestrado

UNIVERSIDADE ESTADUAL PAULISTA JULIO DE MESQUITA FILHO
FACULDADE DE ARQUITETURA, ARTES E COMUNICAÇÃO
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM COMUNICAÇÃO

DAIRA RENATA MARTINS BOTELHO

“FESTA DO TROPEIRO DE SILVEIRAS: UMA ABORDAGEM FOLKCOMUNICACIONAL”
BAURU, 2012

Link para o trabalho: https://www.faac.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/MestradoeDoutorado/Comunicacao/DissertacoesDefendidas/daira-renata-martins-botelho.pdf

Citação em livro

Capa Identidades em narrativa_citaçãoCitação em livro

Identidades e narrativas: prática e reflexividade na periferia.
De Leandro R. Pinheiro. Paco Editorial, 2016.

 

Citação em dissertação de mestrado

Citação em dissertação de mestrado

UNIVERSIDADE FEDERAL DE CAMPINA GRANDE
CENTRO DE HUMANIDADES
UNIDADE ACADÊMICA DE CIÊNCIAS SOCIAIS
PROGRAMA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS

MÉRCIA FERREIRA DE LIMA

“Desacordes de gênero em um movimento artístico-cultural:
os lugares das mulheres no hip hop de Campina Grande-PB”.
Maio – 2016

Link para o trabalho: http://dspace.sti.ufcg.edu.br:8080/jspui/bitstream/riufcg/127/1/DISSERTAÇÃO%20MERCIA.pdf

Citação em artigo – Revista

Citação em artigo

Revista Internacional de Folkcomunicação

Tarde de milonga: apontamentos para uma análise folkcomunicacional do tango
Marcelo Sabbatini
Betania Maciel

RIF, Ponta Grossa/ PR Volume 12, Número 25, p. 43-56, maio. 2014
DOI – 10.20423/1807-4960/rif.v12n25p43-56

Link para o artigo: http://revistas.uepg.br/index.php/folkcom/article/view/1902/1350

 

 

Citação em artigo – Intercom

Citação em artigo –
Intercom 2014

Tango, identidade cultural e desenvolvimento local: entre a apropriação da cultura
popular e o empoderamento através da Folkcomunicação
Autores: Betania MACIEL
Universidade Federal de Pernambuco, Recife, PE

Marcelo SABBATINI
Universidade Federal Rural de Pernambuco, Recife, PE

Link para artigo: http://www.intercom.org.br/sis/2014/resumos/R9-0654-1.pdf

Citação em matéria – Revista Reverso UFRB

Meninas, vamos jogar?

Por Marcus Vinicius, 8 de junho de 2016
Cada vez mais mulheres se aventuram nos videogames, hoje já são 53% do publico brasileiro que joga. Embora essa crescente seja recente, elas já fazem parte desse mundo a muito mais tempo do que a maioria imagina.

O primeiro console da história, o Magnavox Odyssey 100, em agosto completará 44 anos de lançamento. Ele é considerado um marco na indústria dos videogames, pois deu o pontapé inicial à criação dos consoles caseiros , ou seja, os vídeo games que são vendidos para o uso doméstico como os famosos Playstation 2 e Super Nintendo. Percebe-se então que os vídeos games estão no dia a dia das pessoas a décadas, porém, muitos preconceitos ainda rodeiam esse brinquedo. Aliás, vídeo games são realmente simples brinquedos? Está aí um desses dogmas que parecem que não saem da década de 70. Thífani Postali diz no seu artigo intitulado O vídeo game não é mais brinquedo que “os jogos digitais não podem ser considerados brinquedos, já que as mudanças são visíveis, desde o público que os consome até a construção dos produtos. Os jogos passaram a ser vistos como uma nova mídia que, tão promissora, despertou o interesse das indústrias de publicidade, cinema e editoria.” Para se tiver ideia de quão grande e rentável é essa indústria,segundo dados da Newzoo, que é uma firma de pesquisa de mercado, os usuários deveriam gastar cerca de 91 bilhões de dólares em jogos em 2015, enquanto gastariam “somente” 39,1 bilhões com cinema, de acordo com dados da pesquisa da PwC.

VER COMPLETA: http://www3.ufrb.edu.br/reverso/2016/06/08/meninas-vamos-jogar/

Citação em artigo – Revista

Citação em  monografia e artigo em Seminário

XIII Seminário de Educação Física Escolar Educação Física Escolar:
sentir, pensar e agir na docência!

Artigo: HIP HOP: MOVIMENTO CULTURAL QUE MOVIMENTA A EDUCAÇÃO FÍSICA ESCOLAR
Leandro Fontão; Rubens Antonio Gurgel Vieira

Link monografia: http://www.fefiso.edu.br/download/grupo_de_estudos/pedagogia_educacao_fisica/02.pdf

Citação em Artigo – Ebook UNESP

Citação em Artigo – Ebook UNESP

XII SEMANA DE PÓS-GRADUAÇÃO EM CIÊNCIAS SOCIAIS
Universidade Estadual Paulista
Faculdade de Ciências e Letras de Araraquara – SP.

Artigo: MÍDIA, CULTURA PERIFÉRICA E A NOVA AGENDA DA ELITE MÍDIA
Jocimara Rodrigues de Sousa– EACH/USP EACH/USPEACH/

Link para e-book: http://www.fclar.unesp.br/Home/Pos-Graduacao/StrictoSensu/Sociologia/anais-xii-semana-de-pos-graduacao-2013.pdf

Citação em Artigo – Intercom

Citação em Artigo – Intercom 2017

Artigo: Mulheres e resistência: a utilização do rap como instrumento de empoderamento e manifestação folkcomunicacional

Cileide Batista de SANTANA
Daiane de Medeiros LIMA
Andréa Karinne Albuquerque MAIA
Universidade Federal da Paraíba, João Pessoa, PB

Link artigo: http://www.portalintercom.org.br/anais/nordeste2017/resumos/R57-0763-1.pdf

Citação em artigo – Livro chileno

Citação em artigo – Livro chileno

Livro: Folkcomunicación en América Latina: diálogos entre Chile y Brasil

Artigo: El rap como narrativa de la marginalidad y espacio de abertura física e imaginativa. Un dúo hip hopero del sur de Chile y su rol social activo”

De: Rodrigo Cavieres Cárdenas e Cristian Delgado Sepúlveda
Universidad Austral de Chile

Baixar Obra:

http://bibliotecadigital.ufro.cl/bitstream/handle/123456789/12021/Folkcomunicaci%C3%B3n%20en%20Am%C3%A9rica%20Latina.pdf?sequence=1&isAllowed=y

 

Citação em artigo – Congresso UNIOESTE

Citação em artigo
Universidade Estadual do  Oeste do Paraná

BLUES E MANIFESTAÇÃO CULTURAL DE UM GRUPO MARGINALIZADO: UMA POSSIBILIDADE METODOLÓGICA DE ENSINO DE HISTÓRIA POR MEIO DA MÚSICA
Alana Rasisnki de Mello – UEPG2

Link: http://www.congressodorock.com.br/evento/anais/2013/artigos/6/artigo_simposio_7_441_alanarm@hotmail.com.pdf

Citação em artigo- UFCG

Citação em artigo
Universidade Federal de Campina Grande – UFCG

JOVEM E MULHER: UMA ETNOGRAFIA DA PARTICIPAÇÃO FEMININA NO HIP HOP DE CAMPINA GRANDE
Autora: Mércia Ferreira de Lima
Co- autor: Vanderlan Francisco da Silva

Link: http://eventos.livera.com.br/trabalho/98-1020741_30_06_2015_15-29-43_7280.PDF

 

Citação em monografia UF Santa Maria

Citação em monografia UF Santa Maria

BATALHA DOS BOMBEIROS: ELEMENTOS DA CULTURA HIP HOP COMO FERRAMENTA DE RESISTÊNCIA SOCIOPOLÍTICA

De: Amanda Rosiéli Fiuza e Silva
http://repositorio.ufsm.br:8080/xmlui/bitstream/handle/1/2013/Silva_Amanda.pdf?sequence=1

Colaboração em matéria para Huffpost

OPINIÃO

Por que os gays brasileiros devem ouvir a mensagem de Mc Linn da Quebrada

 17/11/2016 15:58 -02 | Atualizado 17/11/2016 15:58 -02
Por Thiago Rizan

 

Não adianta nem pedir que a MC Linn não vai te chupar escondida no banheiro. Nem ela, nem uma porrada de viadas destruidoras que estão tombando com o sistema de castas homonormativo. Pois é, garotes, essa “bixa, preta, loka e favelada” de São Paulo faz parte de um movimento de empoderamento das afeminadas que está explodindo os quartinhos escuros onde elas foram confinadas nos últimos cem anos. Se nos apps de sociabilidade gay só dá “discretos e sigilosos”, nas quebradas fora das telas o que importa mesmo é enviadescer.

Desde o século XIX, quando a homossexualidade foi criada dentro do discurso médico-patologizante, os homens gays afeminados foram alvo de perseguição, sendo ~~convidados~~ a participar de pesquisas médicas enquanto andavam pelas ruas de São Paulo, conforme conta o historiador brasilianista James Green no livro Além do Carnaval: a homossexualidade masculina no Brasil do século XX. Dar pinta era acender um indesejado feixe de luz sobre a própria sexualidade, e assim continuou sendo por todo o século XX.

Claro que sempre houve dissidentes maravilhosos que queriam mais é tacar fogo na porra toda (Santa Cher que nos castigue se um dia esquecermos dos Dzi Croquettes e de Ney Matogrosso, nos anos 70!). Mas, aqueles que não podiam se aproveitar da flexibilidade que certa “excentricidade artística” proporcionava colocava o manto da invisibilidade e escondia a própria maravilhosidade, para não atrair a atenção das inimigas. Not anymore, Satan, not anymore.

Santa Cher mandou enviados especiais à terra onde a cada 28 horas um homossexual morre de forma violenta, segundo dados do Grupo Gay da Bahia, para compartilhar um mandamento sem margem para interpretação: viadas, uni-vos e botai-vos a cara no sol. A tombadora MC Linn está espalhando a mensagem. Em seus funks contundentes e de letras cáusticas, ela berra desestabilizando “a glória da pica”:

Tu se achou o gostosãoAchou que eu ia engolir?

Ser bixa não é só dar o cu

É também poder resistir

O tiro de Linn é certeiro: o que as afeminadas não estão mais engolindo é a subalternização a que são forçadas dentro da própria comunidade LGBT, pelos gays heteronormativos que “acham que podem tudo na força de Deus e na glória da pica”. Em entrevista ao Brasil Post, a cantora sentencia: “Estamos vivendo o fim do império do macho alfa, onde precisávamos nos manter discretas e curvadas diante da grande pica gotejante dos boys; onde o nosso prazer se fazia a partir do desejo dos machos; onde não significávamos nada mais que depósitos de porra; e onde ser afeminada era um problema, uma vergonha”.

Não é à toa que a ambientação do lyric video de Talento se dá em um banheiro público, um famoso espaço de sociabilidade gay desde a década de 30, de acordo com o historiador James Green. “O banheiro foi um espaço crucial na minha trajetória. Era o único espaço possível de sexo pra mim. Lá eu podia transar sem que ninguém ficasse sabendo. Eu me mantinha anônima e segura. Eu não era ninguém”, conta Linn.

Mas aceitar esse anonimato porque o “macho alfa” não quer ser visto se relacionando com uma afeminada? Nunca más! “Percebi o quanto essas relações me violentavam e me mantinham refém de um sexo sem rosto. E como, por ser afeminada, esse tipo de relação se estendia a outros espaços, pois eu só era ‘interessante’ escondida, quando ninguém mais estava vendo.”

Não quero só picaQuero corpo inteiro

Nem com esse papo

Feminina tu não come?

Quem disse que linda assim

Vou querer dar meu cu pra homem?

Ainda mais da sua laia

O uso que Linn faz da música como discurso resistivo ao que é dominante – a valorização do macho alfa e seus signos heteronormativos – ultrapassa as fronteiras dos grupos. A professora universitária e mestre em Comunicação e Cultura, Thífani Postali, comemora: “O funk da Linn utiliza a música para além do entretenimento, como ferramenta de protesto, algo que o hip hop já fazia. É uma música que, se o receptor prestar atenção, provoca alteridade, ou seja, você se coloca no lugar do outro e tenta pensar para além dos discursos dominantes”.

E a capacidade de alteridade a que Thífani se refere não é produzida apenas quando o Outro é o heterossexual preconceituoso, mas também quando ele nem é tão Outro assim. Para Linn, a própria comunidade LGBT, inevitavelmente, se constitui dentro de um sistema heteronormativo, o que é responsável por fazê-la, muitas vezes, reproduzir um comportamento misógino, que deprecia o feminino esteja ele em qual corpo estiver. “A nossa contribuição [das afeminadas] tem sido justamente perceber a riqueza que existe na cultura que produzimos, naquilo que cultivamos, e no afeto entre nós. Estamos construindo um lugar seguro para se estar, e fazendo de nossos encontros não apenas fervo, mas também luta e resistência”, afirma. Para a pesquisadora Thífani, é incrível a possibilidade do uso da internet para compartilhar videoclipes como o da cantora, a fim de provocar alteridade, e completa: “Toda produção é válida quando tem como proposta estar no mundo, estar visível”.

Até mesmo a apropriação e ressignificação de termos como viada, bixa, afeminada e aberração, usados por Linn dentro e fora dos palcos, é um processo de subversão. “Ser bixa e viada é o que me mantém viva e ativa dentro do meu corpo. É também um estado de espírito, é assumir desejos e vontades. Tem a ver com não abrir mão de si mesma e perceber toda força que existe nisso”, garante. “E, na real, esses termos são muito poderosos, pois denunciam a extrema fragilidade da masculinidade compulsória que precisa tentar deslegitimá-los para validar seu poder”. Tá bom pra você, queridã?

E se você, macho alfa, só percebeu agora “a bela aberração” que são as afeminadas… Bom, em Bixa Preta, a Linn tem uma coisinha a te dizer:


Link Matéria: http://www.huffpostbrasil.com/thiago-rizan/por-que-os-gays-brasileiros-devem-ouvir-a-mensagem-de-mc-linn-da_a_21699855/

Artigo postado pelo Geledés

Imagem relacionadaPor que o funk e não o rap?

Link: https://www.geledes.org.br/por-que-o-funk-e-nao-o-rap/#gs.AAe=zL0